Pré-postagem dos Correios (PPN/PLP): o que é e como funciona
Pré-postagem é registrar a sua encomenda no sistema dos Correios antes de levar à agência. Em vez de preencher tudo no balcão, você já chega com o objeto registrado e a etiqueta pronta — é só despachar. É a base de qualquer operação que posta com volume.
PPN e PLP: os nomes que você vê por aí
Você vai esbarrar em duas siglas. A PPN (Plataforma de Pré-Postagem) é a interface pra registrar envios. A PLP (Pré-Lista de Postagem) é, na prática, o agrupamento dos objetos que vão juntos numa mesma postagem — o "lote". Quem integra via API gera esse registro em formato de arquivo e envia aos Correios.
Por que isso importa
Dois ganhos. No balcão, a fila anda mais rápido: o objeto já está registrado, o atendente só confirma. E, principalmente, é o que permite postar em lote — gerar dezenas ou centenas de etiquetas de uma vez, em vez de uma a uma. Para e-commerce, isso é a diferença entre uma tarde inteira e um café.
Onde entra o contrato e o CWS
Com contrato, a pré-postagem acontece pela API dos Correios (o CWS): você (ou o seu sistema) registra os objetos, solicita as faixas de etiqueta e gera os rótulos. É poderoso, mas é trabalho de integração — token, faixas de etiqueta pra controlar, padrão de endereçamento a seguir.
O caminho sem dor
No GO!Envios a pré-postagem é feita pra você, no padrão dos Correios, nos bastidores. Você importa os envios (ou puxa da NF-e), gera o lote inteiro e imprime tudo de uma vez — com o preço do seu contrato. Sem gerar etiqueta por etiqueta, sem mexer no CWS.
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